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Edição 178

Ecos da Crítica

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Data de Publicação: 4 de junho de 2008
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“Forte e bela poesia, atenta à vida humana e às questões de nosso tempo”.
Carlos Drummond de Andrade

“A poesia de Cassas é um outdoor luminoso em meio à treva desses tempos sem Deus”.
Zeca Baleiro

“Não tenho dúvidas de que Luís Augusto Cassas é já agora uma das mais belas realizações poéticas engajadas na carne e no sangue e na substância da vida, tirando desta as palavras mais belas e mais tristes e mais vindicativas com que cantar a vida mesma - que a morte, não!
Se Alcântara perecer, não terá sido por culpa do poeta. Mas sua alma, dela, Alcântara, sobreviverá nos seus versos”.
Antônio Houaiss

“Luís Augusto Cassas, o líder do hospício”.
José Louzeiro

“A poesia de Cassas tem uma característica que me agrada sobremaneira: a de misturar, alinhavar e construir com erudito e moderno, translúcido e denso, dramático e irônico - que confere a seu texto uma atmosfera atemporal e universal”.
Lya Luft

“Cassas é um ser levado pela distância. O ainda-não. O futuro. Eis por que a sua obra é uma forma de progressão, de busca inquieta em múltiplos quadrantes. Poesia e conhecimento. [...] Pedras de cantaria. Pedras de sabedoria”.
Marco Lucchesi

“Sua linguagem se apurou e depurou de forma extraordinária, reduzindo-se ao osso da expressão verbal. Seus versos adquiriram uma concisão digna de um “palo seco”. E não apenas concisão, mas aquela música que Elliot chamou de “music of poetry”, pois tudo aqui é música da linguagem, da palavra, descarnado, quase óssea, em sua grave solidez vocabular”.
Ivan Junqueira

“Luís Augusto Cassas é um iluminado”.
José Ângelo Gaiarsa
“Sua poesia é coquetel molotov para queimar as mãos”.
Francisco Carvalho

“Parabéns e viva a poesia maranhense que o pariu”.
Ferreira Gullar

“Os poemas de Em Nome do Filho, de Luís Augusto Cassas, têm força profética e poder sacramental”.
Frei Betto

“Invocando a cura da cidade, do povo, das casas, das ruas, Luís Augusto Cassas desperta em nós a ternura simples e profunda de guardar e cuidar, com o mesmo carinho, as letras e o coração”.
Monja Coen

“A tua poesia é fina e possui uma dimensão de profundidade - até mesmo um sabor litúrgico! - que a torna original na produção lírica do país”.
Armindo Trevisan

“Há uma ascese poética em Luís Augusto Cassas que se estratifica de livro para livro, numa espécie rara de busca da expressão e forma acabada: ora inclinando-se aos ecos cotidianos da terra natal, ora tocando as vestes do sublime, através da leveza iniciática dos ritos da Krhya-Yoga. Ler-lhe os poemas é tarefa de mergulhadores de conchas. Hoje pode ser posto ao lado dos melhores poetas da atualidade”.
Jorge Tufic

“Ele é poeta total, dos calcanhares aos sótãos do espírito. Tão imensa é sua voz, que ressoa nos matagais da metáfora, arrancando com ela temáticas que vão desde a usura dos cotidianos, em nós, até os mais vastos vales do empíreo, onde os deuses maquinam o engenho dos seus versos. Cassas, o executivo da alma, é o poeta do dilúvio e é de fato irmão gêmeo da luz porque, onde quer que haja luz, a poesia é a sua mais estúpida e bela consorte”.
Gabriel Nascente
Suplemento Cultural e Literário JP Guesa Errante
Email: info@guesaerrante.com.br