Data de Publicação: 4 de junho de 2008
“Forte e bela poesia, atenta à vida humana e às questões de nosso tempo”.
Carlos Drummond de Andrade“A poesia de Cassas é um outdoor luminoso em meio à treva desses tempos sem Deus”.
Zeca Baleiro“Não tenho dúvidas de que Luís Augusto Cassas é já agora uma das mais belas realizações poéticas engajadas na carne e no sangue e na substância da vida, tirando desta as palavras mais belas e mais tristes e mais vindicativas com que cantar a vida mesma - que a morte, não!
Se Alcântara perecer, não terá sido por culpa do poeta. Mas sua alma, dela, Alcântara, sobreviverá nos seus versos”.
Antônio Houaiss“Luís Augusto Cassas, o líder do hospício”.
José Louzeiro “A poesia de Cassas tem uma característica que me agrada sobremaneira: a de misturar, alinhavar e construir com erudito e moderno, translúcido e denso, dramático e irônico - que confere a seu texto uma atmosfera atemporal e universal”.
Lya Luft“Cassas é um ser levado pela distância. O ainda-não. O futuro. Eis por que a sua obra é uma forma de progressão, de busca inquieta em múltiplos quadrantes. Poesia e conhecimento. [...] Pedras de cantaria. Pedras de sabedoria”.
Marco Lucchesi“Sua linguagem se apurou e depurou de forma extraordinária, reduzindo-se ao osso da expressão verbal. Seus versos adquiriram uma concisão digna de um “palo seco”. E não apenas concisão, mas aquela música que Elliot chamou de “music of poetry”, pois tudo aqui é música da linguagem, da palavra, descarnado, quase óssea, em sua grave solidez vocabular”.
Ivan Junqueira “Luís Augusto Cassas é um iluminado”.
José Ângelo Gaiarsa
“Sua poesia é coquetel molotov para queimar as mãos”.
Francisco Carvalho“Parabéns e viva a poesia maranhense que o pariu”.
Ferreira Gullar “Os poemas de Em Nome do Filho, de Luís Augusto Cassas, têm força profética e poder sacramental”.
Frei Betto“Invocando a cura da cidade, do povo, das casas, das ruas, Luís Augusto Cassas desperta em nós a ternura simples e profunda de guardar e cuidar, com o mesmo carinho, as letras e o coração”.
Monja Coen“A tua poesia é fina e possui uma dimensão de profundidade - até mesmo um sabor litúrgico! - que a torna original na produção lírica do país”.
Armindo Trevisan“Há uma ascese poética em Luís Augusto Cassas que se estratifica de livro para livro, numa espécie rara de busca da expressão e forma acabada: ora inclinando-se aos ecos cotidianos da terra natal, ora tocando as vestes do sublime, através da leveza iniciática dos ritos da Krhya-Yoga. Ler-lhe os poemas é tarefa de mergulhadores de conchas. Hoje pode ser posto ao lado dos melhores poetas da atualidade”.
Jorge Tufic“Ele é poeta total, dos calcanhares aos sótãos do espírito. Tão imensa é sua voz, que ressoa nos matagais da metáfora, arrancando com ela temáticas que vão desde a usura dos cotidianos, em nós, até os mais vastos vales do empíreo, onde os deuses maquinam o engenho dos seus versos. Cassas, o executivo da alma, é o poeta do dilúvio e é de fato irmão gêmeo da luz porque, onde quer que haja luz, a poesia é a sua mais estúpida e bela consorte”.
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