Data de Publicação: 5 de outubro de 2006
Para celebrar o Dia Internacional da Poesia, 04/10, o escritor, poeta Bioque Mesito comparece na página 2, desta edição, ao assinar o texto Suíte para os Ventos de Outubro, Quatro de Outubro – Dia do Poeta.
Ao homenagear os poetas de um ponto de vista global, Bioque Mesito escolheu um poema de W. B. Yeats, Os Cisnes Selvagens de Coole.
A intenção do articulista é reavivar na memória dos poetas três pontos fundamentais – a provisoriedade e precariedade da vida, a sobrevivência através da palavra ou a transcendência do poético e o que essencialmente é poesia.
A seguir faz uma análise dos Descaminhos da Poesia à margem dos conflitos Estéticos e Políticos e a Eternidade Fragmentada do Poeta.
O texto da página 3 contempla a auto-análise que o escritor Jocenildo Souza faz em seu livro principal Assim Vejo Assim Escrevo ou O Poeta, a Poesia e o Verso.
Jocenildo Souza tem uma concepção personalíssima sobre o universo poético. Que seus poemas contem essa história, segundo a própria memória do poeta.
Consta que há um consenso sobre determinado ponto, Ter o dom de não quer dizer ser. Somente cultivar o dom de significa tornar-se, mas tornar-se após redobrado estudo e consciência do que seja linguagem poética.
Jocenildo Souza está entre aqueles que pretendem cultivar o dom e tem até teorias próprias sobre o assunto. Suas concepções propõem metas pessoais sobre a arte de ser poeta, explicando ao leitor e à crítica o que é poeta, poema, verso e poesia de um ponto de vista didático.
É salutar certos escritores auto-explicarem-se. Tal atitude poupa a crítica do trabalho exaustivo de correr o risco de cometer erros.
Vicente F. Júnior, na página 4, apresenta uma excelente análise sobre o cinema de caráter político e social europeu, dando destaque para o diretor Costa-Gavras.
A análise que Vicente F. Júnior faz sobre o filme O Corte tem a consistência de quem está bastante consciente dos dramas existenciais do ser humano quando à mercê do desemprego.
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