Data de Publicação: 29 de novembro de 2005
Primeiro de março de 2003. Hoje o Guesa Errante completa seu primeiro aniversário de existência. Data propícia para agradecer a todos quantos tornaram possível a publicação de 53 números consecutivos deste Suplemento.
Entre outros, em primeiro lugar à direção do Jornal Pequeno, a que se seguem os leitores e os patrocinadores, que foram, sem dúvida, os primeiros leitores, já que leram a primeira edição ainda anexada ao projeto: Faculdade Atenas Maranhense - Fama, Faculdade Santa Terezinha - Apae/Cest, Telemar, Eletronorte, Alumar e Supermercados Lusitana. É indispensável destacar o empenho da equipe de editores, cujo trabalho individual conseqüente resultou da sintonia e empatia que comprometeu a todos: Josilda Bogéa Anchieta, Alberico Carneiro, Cesar Teixeira, Frederico Machado, Vanessa Serra, Marcelo Araújo, Wilson Caju e Antonio José dos Santos.
Felizmente, o primeiro ano Guesa se encerra com uma feliz coincidência, Sousândrade é hoje duplamente homenageado, pois é o assunto deste número e, também, é tema e samba-enredo do Carnaval 2003, já que a Favela do Samba ousou apostar na grandeza do mito Sousândrade/Guesa, levando poeta e obra literária à avenida. O resultado é simplesmente surpreendente: Sousândrade, que por ironia do destino, paradoxalmente, em vida, nunca recebeu uma homenagem, agora é centro das atenções. O curioso é que foi ignorado, mesmo após a sua morte, em 21 de março de 1902, por décadas sucessivas. Mas como os últimos serão os primeiros, hoje o poeta Sousândrade está simultaneamente nos jornais, na televisão, rádio-difusão, enfim, na boca, olhos e ouvidos do povo, recebendo uma consagração merecida.
- Próximo texto:
- Edição 53 Sousândrade: Um Guesa no Carnaval
- Índice da edição - Ano I